domingo, 1 de maio de 2011

NOVA DESEMBARGADORA DO TJ/MT, DRA. MARIA EROTIDES!


"Vou continuar sendo exemplo de honradez!"

Magistrada assume e diz que jamais trairá os valores ensinados por seus pais.

ANTONIELLE COSTA
DA REDAÇÃO

"Jamais irei trair os valores, princípios que meus pais me ensinaram e vou continuar sendo honesta no cumprimento dessa nova missão. Vou continuar sendo exemplo de honradez, para que, principalmente meus filhos não se envergonhem de mim". A frase é da nova Desembargadora, Maria Erotides Kneip Macedo, que tomou posse nesta sexta-feria (28/04/2011), na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, em Cuiabá.

Visivelmente emocionada, Maria Erotides fez um discurso que retratou sua vida na magistratura e sua experiência profissional. Ela atribuiu a sua chegada ao mais alto posto do Judiciário Estadual ao seu "mérito pessoal".

Em sua fala, a Desembargadora destacou que se sente honrada com a promoção e que isso faz parte do seu "projeto de vida, traçado por Deus".

Ela também relatou a sua trajetória desde quando saiu de sua terra natal, Minas Gerais, e veio viver em Mato Grosso. Além disso, a magistrada lembrou da sua "obsessão pelo trabalho" e prometeu não trair os princípios que aprendeu com sua família.

Maria Erotides já havia tentado a promoção pelo critério de merecimento.

Eleição

Maria Erotides foi promovida ao cargo de Desembargadora no último dia 25, para assumir a vaga aberta com a aposentadoria de Díocles de Figueiredo. A promoção ocorreu após o Pleno acatar um pedido de recusa contra o juiz Fernando Miranda, que figurava no primeiro lugar da lista de antiguidade.

Até então, a vaga estava reservada para o Dr. Fernando de Miranda Rocha, uma vez que o Magistrado havia sido eleito em janeiro de 2010. No entanto, a sessão em que foi escolhido foi anulada por decisão do CNJ por "vício formal". O conselho determinou a convocação de uma nova sessão e recomendou uma análise minuciosa da vida pregressa do juiz.

Miranda teve seu nome rejeitado por 17 votos a cinco. Já a Dra. Maria Erotides obteve 20 votos. Inconformado com a decisão, o magistrado ainda recorreu ao CNJ, mas não obteve sucesso.

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